
Como explicar o medo de perder o que nunca tive e se assim for, porque a preocupação com a importância desacelerada de uma só mão/via?
O que fazer com isso tudo e os quilômetros que me sufocam, ainda que o tic-tac anuncie uma esperança quase morta, porém existente. E se toda luta, relevância, ponderação, perdões, esforços, desejos e quereres foram em vão...
Só palavras ao vento, um jogo de azar sem ganho, ilusão.
Que vício louco se deixar envolver assim, mergulhar, ir fundo, nadar, nadar e morrer na praia.
Não poupei um ''eu te amo'' que ainda tinha nos bolsos, mesmo com medo de usar.Num paralelo de sensatez e sinceridade aguçada sempre erro, o único consolo é saber que só assim se aprende. Quem tem sorte parece já nascer sabendo e no primeiro tiro acerta, mas já nem tenho munição, argumentar só me afunda, minha mira é meia boca, a visão não ajuda, as mão soam, tremulam e o alvo muda de ideia sempre que arrisco o tiro. O direito da dúvida é meu único combustível.
2 comments:
Perder o que nunca se teve é uma das piores coisas que existem! Porque é algo que ficou na dúvida, num talvez, num quase... o que é ruim, pois além da sensação de perda, há o sentimento de inutilidade perante o desejo não alcançado.
Mas fazendo isso todos os dias, já deveríamos estar acostumados. Em tese...
Realmente... perder as esperanças é pessimo...
perder o que não se teve tbm... ja passei por isso tantas vezes... que nem sei oq dizer.. digo apenas que alvos seguros ão existem, ainda bem.. pq a vida tem q ser regida pela aventura, q necessita de riscos... mas enia se quiser atirar em mim eu não vou me mecher rsrsrsrs
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