
É na penumbra que começo a enunciar
Os sussurros do sono eterno
O anjo equilibra a foice em um dos ombros
E no outro mantém-me em posição
Em punho, à ser tangida.
Nossa canção fala aos ouvidos dos insones
Dos sós, dos aflitos, dos que penam
Somente os sábios reconhecem a impotância da dor,
Pois a felicidade é incoerente
E todo ignorante é feliz sem causa.
Eles querem seu corpo
Querem sua mente
Deturpam seus pensamentos
Estupram suas ideias
E nada podes fazer, se não percebes isso!
Os sussurros do sono eterno
O anjo equilibra a foice em um dos ombros
E no outro mantém-me em posição
Em punho, à ser tangida.
Nossa canção fala aos ouvidos dos insones
Dos sós, dos aflitos, dos que penam
Somente os sábios reconhecem a impotância da dor,
Pois a felicidade é incoerente
E todo ignorante é feliz sem causa.
Eles querem seu corpo
Querem sua mente
Deturpam seus pensamentos
Estupram suas ideias
E nada podes fazer, se não percebes isso!
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