25 November 2009

The name of the game



Dessa vez não precisei de remédio pra me dopar ou tomei e nem lembro.. Sei que é assim que estou - dormente.
Perdi o chão, o rumo, o prumo, os planos foram assassinados enquanto novos, assim como os antigos. Nada muda. No alarms, no surprises.
Achei que se não me tocam, não podem me ferir, mas errei de novo, só aprendo assim.
"Só enxergo o que não posso ter, mas se algum dia eu conseguir vai perder a cor, desaparecer, como tudo que me fez feliz."
Não se trata de drama, me sinto forçada a escrever sobre coisas felizes sempre, por ser uma pseudo-escritora as pessoas acham que tenho a obrigação de escrever algo que de alguma forma as incentivem. Mas quer incentivo maior do que o erro e a inocência alheia? Acredito que ninguém escolha errar, então se observar é a chave, virem espectadores uns dos outros, parem de ferir e serem feridos. Virem espectadores, será menos penoso ser um humano-não-praticante. Mas não, vocês, eu e o mundo todo é imbecil e adoram fazer merda o tempo todo, pois é só rezar e se arrepender que o bom Deus justo (Sim, o sádico loiro dos olhos azuis, cabelos e barba grandes, sempre ele!) irá nos salvar.
Quem disse que tenho, quero ou preciso ser salva? Temer é a grande escolha? Desde quando temor e amor são sinônimos?

Tudo está aí a sua frente, mas não se enxerga. A topada parece ser prazerosa, além de mais fácil. Mais fácil do que simplesmente não se envolver, não se deixar manipular.
O ser humano é repugnante, asqueroso, maquiavélico.

"Só o que novo interessa."
Quanto mais conheço os humanos, mais gosto dos animais!

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