19 September 2009

Pensamentos dissonantes

Se não aceito meus defeitos
Se é muda que faço minha revolução.
_Devia operar minha cabeça e meus peitos_
Cultivo garras fracas, pintadas em vermelho.
Meu sangue escorre pelos cabelos
Nas madrugadas em claro cultivo sonhos
Felizes, irreais, cliches de novela e tudo mais.
Deito na cama do inimigo buscando paz.
Dê uma volta, baby ou ficará paralizada!

Se corrói com tudo frente a cara...
Isso você não vai viver, nem aquilo Nem aquele ou aquele outro. Sua tolice começa e termina no amor, o romance dramático.

''-Você costuma ser incrível assim sempre?!''
Da porta do quarto até a cama são cinco passos
Sapatos, blusa, calça... um mapa!
Se joga! Foi a bebida saíndo pelos olhos
Amanhã já terminou.

Blue)

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