
O Prisioneiro em sua cela clama
Acostumou-se ao inferno e canta.
De ratos mortos faz seu banquete
De sua cela um palacete.
Esquecendo-se das leis do coração
trama em meio a penumbra,
tua vingança ardida por traição.
Desejo latente que nada mais vislumbra;
Roubaram-lhe a liberdade, a riqueza, e o amor.
ada credita o prisioneiro,
Além da sua dor.
Com o luxuoso auxílio de um igual
Reeduca-se, aprende... Ergue-se e foge.
Recupera a liberdade, a riqueza e o amor
à custo.
Opera sua vingança ao traidor
que sua vida roubára.
Recompensado têm um filho que desconhecia.
E com a riqueza que tramou o mal,
Promete operar agora, revitalizado,
o bem prometido à seu igual!
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